fevereiro 01, 2009

coisas sublinhadas

“...amor será dar de presente um ao outro a própria solidão? Pois é a coisa mais última que se pode dar de si”(Clarice Lispector, "A Descoberta do Mundo", pg 418)

Love to love

Fonte:Glamurama.

"Uma pessoa que vive para amar", se define Scarlett Johansson, que acredita ser uma "amante por natureza". Apesar da declaração, a atriz não tem certeza se a paixão pelo marido, o ator Ryan Reynolds, irá durar pra sempre.
* Scarlett explicou o motivo durante a coletiva inglesa do filme "A Guerra das Noivas": "Não tenho a menor perspectiva do impacto que o casamento tem no meu relacionamento. Quem sabe daqui a 25 anos eu possa responder a isso?".
* A moça também contou que quando os amigos lhe pedem conselhos sobre namoros, dá a mesma sugestão: "Terminar tudo". O motivo: "Eu sempre analiso muito tudo, então, logo falo que se o outro está te deixando louco ou fazendo com que você duvide de si mesmo, acabe com tudo".
* Mesmo sendo ríspida, Scarlett diz que até hoje nunca se enganou, e que todas as pessoas aconselhadas acabaram separadas no fim das contas. Analista, é?

janeiro 18, 2009

MUITO OBRIGADO!

"Em um reino distante havia muita alegria e tranquilidade. Porém, um dia a paz foi quebrada por um grave crime. Um homem, descontente com um decreto de um dos ministros do rei, levantou-se contra ele e o matou. Imediatamente os guardas reais prenderam o homem e o levaram para o tribunal.
Diferentemente das outras vezes, o próprio rei presidiu o tribunal, pois achava que a decisão daquele julgamento poderia mudar o rumo da história do reinado. Escutou as acusações contra o assassino, escutou o que o homem tinha para dizer em sua defesa, e reuniu-se com seus conselheiros para discutir o caso. Uma hora depois o rei voltou com seu conselheiros, e o veredicto foi anunciado para o público que aguardava ansioso:
- O réu é declarado culpado pelo assassinato de um dos ministros do rei, e receberá a pena de morte.
Os habitantes do reino se agitaram. Apesar de saberem que o homem realmente era culpado pelo assassinato, sabiam que no reino não se aplicava a pena de morte. Por que o rei havia sido tão duro desta vez? O rei então explicou para os seus súditos:
- Realmente a pena aplicada foi dura, mas é porque o crime foi mais grave do que aparenta. Se uma pessoa tem a coragem de matar um ministro do rei por ter se desentendido com ele, no futuro também poderá tentar matar o próprio rei por qualquer discórdia. Por isso, me senti obrigado a dar uma punição exemplar"
Desta história aprendemos uma importante lição: a forma como nos comportamos com o próximo é a forma como nos comportamos com D'us.-------------------------------------Nesta semana começamos o segundo livro da Torá, Shemot, que também é conhecido como "Sefer Hagalut Ve Hagueulá" (O livro do exílio e da redenção), por descrever a história do povo judeu desde a escravidão no Egito até a sua salvação física e espiritual. E na Parashá desta semana, Shemot, a Torá descreve que, apesar das boas vindas iniciais que o povo judeu recebeu nos dias de Yaacov e seus filhos, nas futuras gerações os egípcios começaram a tratar mal os judeus e finalmente os escravizaram. Mas com o grande nome que Yossef havia construído no Egito e tudo o que ele havia feito pelos egípcios, quem foi o faraó que teve o descaramento de fazer algo assim contra os judeus? A Torá nos dá a resposta: "E se levantou um novo rei sobre o Egito, que não conheceu Yossef" (Shemot 1:5).
Segundo uma das opiniões trazidas no Talmud, na verdade não era um faraó novo, e sim aquele mesmo faraó cujos sonhos foram decifrados por Yossef. Então por que está escrito "um novo rei"? Pois o faraó, que havia sido tão receptivo com Yossef e sua família, resolveu renovar seus decretos e criar leis contra os judeus. Mas segundo esta opinião do Talmud, se era o mesmo faraó da época de Yossef, então o que significa as palavras finais do versículo "que não conheceu Yossef"? E mais estranho ainda é que, no final da Parashá, quando Moshé Rabeinu foi falar com o faraó em nome de D'us para pedir a libertação do povo judeu, o faraó falou "Eu não sei quem é Hashem, e não vou libertar o povo judeu (Shemot 5:2)". Como pode ser que o mesmo faraó que conheceu Yossef não sabia quem é Hashem, se foi ele mesmo quem falou para Yossef, quando seus sonhos foram decifrados, "Já que Hashem revelou tudo isso para você" (Bereshit 41:39)?
Explica o Talmud que, segundo esta opinião, as palavras "que não conheceu Yossef" não querem dizer literalmente que eles não viveram na mesma época. O significado destas palavras é que o faraó se comportou como se não o tivesse conhecido. Apesar de ter presenciado a salvação de todo o povo egípcio através de Yossef, tanto na interpretação correta dos sonhos quanto no conselho de armazenar comida nos anos de fartura para alimentar todo o povo nos anos de seca, ele "esqueceu" quem foi Yossef e todas as bondades que ele fez aos egípcios, e se voltou contra os judeus.
Mas a pergunta continua, pois é possível entender que o faraó "esqueceu" quem foi Yossef, mas como é possível também ter esquecido quem é Hashem? A resposta é um fundamento muito importante ensinado pelos nossos sábios: aquele que nega a bondade que recebe de seu companheiro, no final também acabará negando as bondades recebidas de D'us; e aquele que nega as bondades recebidas de D'us é como se estivesse negando Sua existência".
Quando alguém nos faz uma bondade nos sentimos endividados. A própria expressão que dizemos, "Obrigado", implica que agora temos uma obrigação com quem nos fez o bem. É por isso que reconhecer a bondade que os outros nos fazem não é fácil, pois não gostamos de nos sentir endividados com ninguém. Preferimos muitas vezes "ignorar" algo de bom que recebemos. Para isso temos alguns "mecanismos", tais como considerar que a bondade não nos ajudou tanto, que a pessoa não fez mais do que sua obrigação ou que quem nos fez a bondade não precisou de esforço algum para fazê-lo e por isso não merece nenhum agradecimento.
A Torá nos ensina justamente o contrário. Temos que nos educar para reconhecer tudo o que os outros nos fazem de bom, e a principal ferramenta é sempre pensar "Ló Maguia Li Klum" (eu não mereço nada), isto é, tudo o que os outros nos fazem é uma grande bondade, até mesmo se recebem um salário para isso. O motorista de táxi recebe pela corrida, mas sem ele não chegaríamos na reunião importante. A empregada também recebe um salário, mas sem ela a casa não estaria limpa e arrumada.
Um dos principais fatores que levam ao reconhecimento de D'us é o reconhecimento de todas as bondades que Ele faz aos seres humanos. Recebemos uma abundância de Brachót (bençãos) Dele, como dizemos três vezes por dia na Amidá, a principal reza do judaísmo: "Agradecemos... por todos os milagres que ocorrem todos os dias conosco, e pelas maravilhas e bondades de todos os instantes". Porém, muitas vezes estas bondades passam despercebidas em nossas vidas. Por que não enxergamos que ocorrem milagres e bondades a cada instante? Por nosso costume de viver como se merecêssemos tudo, por vivermos com a impressão de que tudo o que necessitamos não é mais do que obrigação dos outros nos darem. E por não sabermos reconhecer o que as pessoas nos fazem de bom, por não conseguirmos sair desta "inércia", acabamos também não conseguindo enxergar o que D'us nos faz de bom. E isso é mais grave do que parece, pois não agradecer a D'us é, de certa forma, uma maneira de negar a Sua existência.
Não podemos mudar tudo de uma hora para outra, mas um bom começo é se educar para conseguir reconhecer pelo menos as bondades das pessoas mais próximas, que muitas vezes nos ajudam sem receber nada em troca e que são, infelizmente, as primeiras para quem esquecemos de dar o nosso reconhecimento. Quem tem um filho sabe o trabalho que dá cuidar, alimentar e educar. Quantas vezes já falamos um obrigado aos nossos pais? Quantas vezes já reconhecemos, em nossos corações, tudo o que eles nos fizeram de bom, por tantos anos? E quanto aos nossos maridos e esposas, sabemos dar valor a tudo o que se esforçam pelo nosso bem estar, ou achamos que não fazem mais do que suas obrigações? Quando vemos a comida pronta na mesa levamos em conta o esforço para comprar os ingredientes, para prepará-los e para arrumar os pratos, ou sentamos na mesa e comemos como reis que foram servidos por seus serviçais?
Pequenas mudanças no cotidiano, como por exemplo fazer com que seja mais constante o uso da expressão "muito obrigado", podem nos ajudar a, pouco a pouco, reconhecer também todos os milagres e maravilhas que D'us faz por nós a cada instante.
Shabat Shalom
Rav Efraim Birbojm

janeiro 06, 2009

Stephen Sprouse


A LouisVuitton em parceria com o artista Stephen Sprouse vai lançar alguns mimos de produção limitada.
Entre eles este skate (serão apenas dois exemplares a 8250 dólares a peça).

A RAZAO DAS MINHAS VIAGENS.

Geralmente, a quem me pergunta a razão das minhas viagens, respondo que sei muito bem do que estou fugindo, mas não o que estou procurando. - Michel de Montaigne

SUA PEQUENA VONTADE Ñ FAZ NADA.

Sua pequena vontade não faz nada. É preciso uma Grande Determinação. Não se trata apenas de esforço. Significa que todo o universo está com você e por trás de você - os passáros, as árvores, o céu, a lua e as dez direções.
Katagiri Roshi

janeiro 03, 2009

O Bom Humor é uma conquista prática diária

Se você misturar duzentos gramas de farinha de primeira num saco de farinha vencida, a farinha de primeira desaparecerá, e todos dirão que sua farinha é amarga e insuportável.Se você colocar um litro de gasolina azul num tambor cheio de água, e usar essa mistura para encher o tanque do seu carro, verá o motor bufar feito doido e não funcionar.É neste sentido que digo: O maior engole e anula o menor.Existem pessoas que se queixam o tempo todo que não vão bem nos negócios, não têm dinheiro, não têm sorte, não conseguem sentir serenidade. Desde o amanhecer exclamam que está difícil, se aborrecendo com pequenas coisas, e com dificuldades (preguiça) de agir positivamente.Ligam a TV, lêem o jornal, ouvem rádio, conversam com os amigos, e o lema é sempre o mesmo: crise, falta de dinheiro, situação difícil, lojas vazias, comparações inglórias... Se vão fazer alguma coisa ficam sempre com um pé atrás. Se desejam comprar ou conquistar algo, desistem para quando a situação estiver melhor. Passam o tempo todo navegando nas águas da inação pelo medo, pessimismo e do derrotismo.Mas essas pessoas dizem que mentalizam todos os dias riqueza e sucesso. Chegam até imaginar que são positivas, que desejam muito o sucesso e a prosperidade. Já fizeram rituais de abundância, acenderam velas e fizeram orações.Hoje se sentem iludidas dessa estória de pensamento positivo, porque ao final não funcionou. Nada deu certo.Calma. Vamos raciocinar. REFLITA:Quantos minutos por dia você pensa positivamente? Seriam 30 minutos? Quando muito uma hora?Conclusão: Você fica no pessimismo do inconsciente coletivo por 22-23 horas por dia? O que pesa mais?Duzentos gramas de ótima farinha conseguem transformar um saco de farinha amarga?SUGESTÃO - MUDE O CONTEXTO DE SUA VIDAComece por este pensamento que acho profundamente engraçado:"Não leve a vida tão a sério - Você nunca vai sair vivo dela"Pratique atividades de mudança de contexto. A Terapia do Riso é uma excelente dinâmica para esta conquista. Nós possuímos dois tipos de capacidade mental: A primeira é a Lógica, Racional, Cognitiva, Objetiva, Metódica e opera na velocidade da linguagem. Esta mente chamo de "M", e digo que funciona do pescoço para cima.A segunda é a Intuitiva, Instintiva, contém a Inteligência Emocional, é não verbal - rápida e pode lidar com padrões analógicos, Original, Sensível e Criativa. Esta mente chamo de "I", e digo que funciona do pescoço para baixo.Necessitamos usar estas duas capacidades de pensamento em todas as áreas e momentos de nossas vidas.O que acontece é que estamos saturando o uso da atividade "M", e desconsiderando - porque desconectamos - as nossas capacidades da atividade "I".A Terapia do Riso desenvolve e reativa a nossa capacidade de sermos mais criativos, flexíveis, intuitivos, positivos, livres (internamente), e assim sermos capazes de mudarmos nosso referencial conforme nossa vontade.Tudo o que precisamos fazer é permitir a nós mesmos deslocar nossa atenção para diferentes aspectos de nossa experiência.A Terapia do Riso nos possibilita a prática da mudança dos prismas em nossa vida. REPARE na diferença de atitude ao colocar sua estória para você mesmo, ou para um amigo, falando sobre o mesmo assunto, mas mudando de referencial em sua mente.Contexto 1 - A vida é uma luta. A mudança será dolorosa. Acho tudo isso muito difícil. Porque comigo?Contexto 2 - A vida é uma jornada. Uma grande oportunidade de aprendizado. Este desafio está me fazendo pensar, crescer e desapegar de coisas que realmente não me servem mais. Estou admirado comigo.Pois é. A vida é uma grande brincadeira, e para rir verdadeiramente, você precisa ser capaz de pegar a sua dor e brincar com ela. Essa é a chamada equação Charles Chaplin.
Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para o bem-estar e qualidade de vida. Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora.Adquira seus livros, visitando o Site e http://www.docelimao.com.br/

NACHMANIDES

Rabi Moshé BEN NACHMAN ou NACHMÂNIDES, viveu na Espanha católica - (Barcelona) 4955-5030 (1195-1270), à diferença do Rambam (Maimônides), que viveu na Espanha moura.
Ramban é conhecido pelos seus comentários da Torá, do Talmud, pela famosa dissertação à defesa do judaísmo diante de Inquisição, da qual saiu vitorioso. Advocava a Aliá para Eretz Israel em sua geração. Famoso pela carta endereçada a seu filho para fortificar-lhe a humildade. o autor o aconselhou a reler a carta todas as semanas e ensiná-la a seus filhos, para assim se acostumarem, desde tenra idade, a temer a D-us. Assegurou que no dia que lesse esta carta, todos os seus pedidos seriam atendidos! "escuta, meu filho, as lições de teu pai e não rejeites o ensino de tua mãe".
Acostuma-te a dirigir-te a qualquer pessoa, sempre calmamente. Assim fugirás da ira, defeito grave que conduz ao pecado. Nossos sábios nos disseram: "Aquele que se irrita, todas as formas de inferno sobre ele se abatem", como foi dito no Eclesiastes: "Afasta a cólera de teu coração e dissipa todo mal de tua pessoa".
Quando tiveres dissipado a cólera de teu coração, deverás cultivar a humildade, que é a melhor de todas as virtudes, como está escrito: "A humildade conduz à crença em D-us.
Porque sendo humilde, te interrogarás sem cessar sobre tua origem, sobre teu caminho e terás consciência da fragilidade de tua vida e, também, após a morte.
Te lembrarás que após a vida terrestre, deverás prestar contas diante do Rei dos reis, Bendito seja Ele...
Assim que meditares sobre estas verdades, temerás teu Criador e serás protegido de erros. Graças a estas virtudes, aceitarás e serás feliz com teu destino.
A humildade te ensinará a respeitar todas as pessoas, a considerá-las, a afastar-te do erro. A Graça Divina habitará em ti e Seu Esplendor te acompanhará através do mundo vindouro.
E agora, meu filho, saiba e reflita que aquele que sente orgulho em seu coração sobre seus semelhantes, está se rebelando contra o Rei Divino, pois se vangloria com as vestes do Rei, conforme está escrito no Salmo: "D-us é Rei, Sua veste é a Majestade".
De que o homem poderia orgulhar-se?
- Da riqueza? É D-us que herda e enriquece.
- Da honra? "A riqueza e a honra estão diante de ti".
E como irás orgulhar-te com a honra do teu Criador?
- Da sabedoria? Ele, Bendito Seja, retira a palavra dos fiéis e apreende o conhecimento dos sábios.
Assim, tudo é igual perante o Senhor. Na sua fúria ele rebaixa os orgulhosos e conforma Sua vontade, eleva os humildes. Assim sendo, rebaixa-te e D-us te elevará.
Por isso eu te explicarei como conduzir-te na virtude da humildade:
Expressa-te sempre calmamente, a cabeça encurvada, teus olhos fixando a terra e teu coração para o céu. Abaixa teu olhar perante teu interlocutor e considera todo homem como teu superior: se for um sábio ou um rico, tu deverás respeitá-lo. Se ele for pobre e tu mais rico ou mais sábio que ele, pensa em teu coração que ele é mais inocente e tu mais culpado. Se ele peca é por inocência, enquanto que tu pecas propositalmente.
Em todas as circunstâncias, em todas as tuas palavras, ações e pensamentos, pensa que estás diante do Todo Poderoso e Sua Graça Divina sobre ti, pois Sua Glória preenche o mundo.
Exprime-te com temor e respeito, como o escravo perante seu mestre. Envergonha-te de qualquer homem. Se uma pessoa te interpelar, não respondas em voz alta, mas calmamente como quem está diante de seu mestre.
Estuda sempre a Torá visando cumprí-la. Ao deixar o livro, procura no estudo aquilo que possas aplicar imediatamente. Examina teus atos de manhã e à noite e todos os dias da tua vida serão de introspecção. Afasta de ti todas as preocupações mundanas no momento da prece. Prepara teu coração diante do Criador e purifica teus pensamentos. Pensa nas palavras antes de pronunciá-las.
Este será teu comportamento todos os dias da tua vida e não pecarás. Assim, tuas palavras, teus atos e teus pensamentos serão corretos. Tua prece será pura, bem dirigida e aceita perante o Rei, Bendito Seja Ele, conforme está escrito: "Tu preparas seus corações, Tu os escutas"
***
Lê esta carta uma vez por semana, nunca menos, afim de cumprí-la e andar no caminho do Todo Poderoso. Assim, triunfarás em todos os teus caminhos e serás merecedor do Mundo Vindouro reservado aos justos. Todos os dias que leres esta carta, tua prece será atendida pelos Céus quando pedires por algo, para sempre. Amén.

dezembro 31, 2008

Reveillon estrelado!!

Nessa noite de terça-feira, o bar do hotel Parrot Cay, em Turks e Caicos, no Caribe, literalmente bombou. Primeiro foi Keith Richards, dos Rolling Stones, que deu um rolê com a mulher e os filhos, todos supercharmosos...
* Depois apareceram Demi Moore, Ashton Kutcher, os filhos dela... mais Bruce Willis, ex da atriz e pai das crianças. Ao lado do ator, a namorada, bem jovem, bonita, mas com um quê de... Demi Moore! Freud explica! Todos se dando superbem, cada casal se beijando e se abraçando numa boa... E Ashton fazendo as vezes de deejay. Dos bons: nas carrapetas, muitos hits do Grateful Dead.
* A festa foi até altas horas. E o Réveillon promete!

*fonte : Glamurama

EMOÇOES

O Rambam, em sua obra Yad ha-Chazaká, escreve que cada criatura no universo, físico ou espiritual, é um composto de quatro elementos: Fogo, Água, Ar e Terra. Rabi Shneur Zalman enfatiza que estes quatro elementos na alma animalesca são a origem dos maus traços de caráter que aparecem dentre os judeus, cada traço derivando de seu elemento correspondente que o provoca.A fúria inflama uma pessoa quando seu coração queima e se rebela, e o orgulho é o estado de considerar-se superior ao próximo. Estes derivam "do elemento do Fogo que tende a subir". Paixão e deleite, ou seja, o apetite para o prazer físico, é retirado do elemento da Água. Frivolidade, zombaria, gabolice e conversa fútil derivam do elemento do Ar. Indolência e melancolia, que se manifestam no peso dos membros, e que produzem apatia e falta de interesse para progredir na vida, emanam do elemento Terra, que exibe características similares (não possui em si nenhuma vida, e é sempre puxada para baixo).

dezembro 30, 2008

O PÁSSARO CATIVO - OLAVO BILAC

Armas, num galho de árvore, o alçapão; E, em breve, uma avezinha descuidada, Batendo as asas cai na escravidão. Dás-lhe então, por esplêndida morada, A gaiola dourada; Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo: Porque é que, tendo tudo, há de ficar O passarinho mudo, Arrepiado e triste, sem cantar? É que, crença, os pássaros não falam. Só gorjeando a sua dor exalam, Sem que os homens os possam entender; Se os pássaros falassem, Talvez os teus ouvidos escutassem Este cativo pássaro dizer: “Não quero o teu alpiste! Gosto mais do alimento que procuro Na mata livre em que a voar me viste; Tenho água fresca num recanto escuro Da selva em que nasci; Da mata entre os verdores, Tenho frutos e flores, Sem precisar de ti! Não quero a tua esplêndida gaiola! Pois nenhuma riqueza me consola De haver perdido aquilo que perdi ... Prefiro o ninho humilde, construído De folhas secas, plácido, e escondido Entre os galhos das árvores amigas ... Solta-me ao vento e ao sol! Com que direito à escravidão me obrigas? Quero saudar as pompas do arrebol! Quero, ao cair da tarde, Entoar minhas tristíssimas cantigas! Por que me prendes? Solta-me covarde! Deus me deu por gaiola a imensidade: Não me roubes a minha liberdade ... Quero voar! voar! ... “ Estas cousas o pássaro diria, Se pudesse falar. E a tua alma, criança, tremeria, Vendo tanta aflição: E a tua mão tremendo, lhe abriria A porta da prisão... (Olavo Bilac)

FERNANDO PESSOA

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Pediu demissão no trabalho? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas, vender ou doar os livros que tem.Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do 'momento ideal'.Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és. E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão...

dezembro 29, 2008

ESPERA E IMAGINAÇAO- by mANU

Ela aprendeu a ter tudo em si. Aprendeu a viver sozinha. Aprendeu a não ter televisão, telefone, cachorro ou muleta. Cresceu enfim. E hoje, delirou. Que bom, está viva...ainda um pouco lunática, mas viva.

dezembro 25, 2008

Rédea



Quem pensava que só Katie Holmes sofria por conta do jeito controlador de Tom Cruise, estava enganado. Existe mais uma vítima. E não estamos falando de Suri, filha do casal.
* Nicole Kidman, ex-mulher de Tom, é que anda sofrendo algumas conseqüências de um dia ter dito "sim" ao ator. Isso porque Nicole raramente pode ver os dois filhos adotivos que tem com Tom, Connor e Isabella.
* O motivo? Logo depois da separação, o pai dos meninos foi bem cauteloso com os documentos da guarda dos filhos e estipulou que a atriz só poderia vê-los com a autorização dele. Tom controla tudo, desde a exposição da ex-mulher com os pequenos, até as visitas. Assim fica difícil...
Fonte:glamurama

Amor ao próximo













Como é possível compatibilizar o preceito "Ame o próximo como a ti mesmo" dentro de uma sociedade competitiva onde cada um procura sempre se superar frente aos demais?




RESPOSTA:
As leis da Torá foram dadas para refinar o ser humano. Se D'us tivesse nos dado leis fáceis de cumprir, não teria nenhuma graça, nem mereceríamos nenhuma recompensa. De fato, a mitsvá de amar o próximo como a si mesmo é muito difícil. Como a Torá pode exigir isto?
Quando me doi o dedinho do pé, sinto isso muito mais do que ler no jornal que um terremoto acabou com a vida de milhares de pessoas! Portanto, no caso desta mitsvá, a palavra chave é "como" - deve se amar o próximo da mesma maneira como se ama a si; i.e., assim como uma pessoa não enxerga normalmente seus próprios erros, e quando já os percebe, vai justificando suas falhas, é desta maneira que devemos agir com o próximo; procurar justificar seus atos e atitudes que nos incomodam e irritam. Esta é a maneira mais elevada de cumprir esta mitsvá.
Como foi dito acima, esta é uma mitsvá difícil e pode se perceber isso pelo dito do Sábio Hilel que disse ao homem que queria conhecer toda a Torá num pé só: "Não faça ao próximo aquilo que não quer que os outros lhe façam." (Esta é a mitsvá de amor ao próximo, expressa de maneira negativa ou proibitiva.)
Depois Hilel ainda acrescentou: "Esta é toda a Torá (i.e.: 'Você acabou de estudar a Torá inteira num pé só; e se quer conhecer os detalhes, agora vá estudar')." Faz-se a pergunta, como Hilel comparou a mitsvá de amor ao próximo à "toda a Torá"? À primeira vista, é apenas metade da Torá, pois a Torá é composta de leis entre a pessoa e D'us e outras leis entre a pessoa e seu semelhante. Enquanto o amor ao próximo pode englobar as leis entre a pessoa e seu semelhante, como pode também incluir as leis entre a pessoa e D'us?
A resposta para esta pergunta é a seguinte: Como mencionado acima, é impossível ter um amor ao próximo igual a si mesmo. Para chegar a isto, para alcançar este nível de sentir pelo próximo e pensar nele igual ao que se sente e pensa sobre si, a pessoa tem que elevar-se de seu nível físico.
Normalmente eu sou eu e ele é ele; como pode ele ser como eu? Somente quando considero o outro um verdadeiro irmão ou parente próximo, posso chegar a pensar e sentir por ele como por mim, pois irmãos são unidos por laços além do físico apenas. É uma ligação inata, natural e inexplicável somente de maneira racional. Quando uma pessoa pode considerar o próximo como um verdadeiro irmão, realmente conseguirá cumprir esta mitsvá.
Mas como é possível considerar seu semelhante, um estranho, come se fosse um irmão? Somente quando a pessoa se eleva além do plano físico e material e considera o próximo um irmão de alma, pois pelas almas somos todos irmãos; somos almas de um só Pai (trata-se da alma Divina). Quem chegou neste nível - de considerar o próximo um verdadeiro irmão - está dando prioridade à alma sobre o corpo, pois de outro jeito nunca sentirá que o próximo é um verdadeiro irmão.
Quando a pessoa chegou neste nível de dar prioridade à alma, isto é verdadeiramente "toda a Torá", como disse Hilel. Somente com esta explicação chassídica da mitsvá de amar o próximo, é possível entender o que Hilel disse. Sem esta interpretação, continuamos com a dúvida original.
Realmente, o mundo está repleto de competição, cada um querendo mostrar que possui mais ou que consegue mais ou que é maior e melhor em termos sociais, financeiros, etc. E é difícil (porém não impossível) viver uma vida correta no meio de tudo isso. Porém nossos Sábios explicaram por que D'us fez as coisas desta maneira. Se não fosse pelo instinto (yêtser hará) de querer superar o próximo, ter mais do que o próximo, ser o maior, etc., o mundo não teria ido para a frente. O que impulsiona o desenvolvimento é justamente esta corrida onde cada um quer buscar e atingir mais. E D'us quer um mundo habitável e não um deserto. Por isso Ele criou o ser humano com esta natureza.
Nossos antigos Sábios queriam abolir o "yêtser hará". Assim sendo se reuniram, rezaram a D'us e pediram e com seu poder espiritual e sobrenatural finalmente conseguiram afastar o instinto mal do homem. No dia seguinte ninguém sentiu nenhuma vontade, paixão, inveja, etc. Parecia um mundo perfeito. Mas por outro lado, ninguém estava com vontade de trabalhar, construir, realizar projetos, etc.; até a galinha não quis botar mais ovos. Então os Sábios entenderam que esta não é a maneira certa de fazer as coisas e que realmente D'us tinha razão em fazer o ser humano ter todas as características humanas, inclusive as de cobiçar as coisas do próximo.
Isto (o fato que D'us deu ao ser humano uma natureza com instintos baixos) é em termos gerais. Mas cada um em particular deve se esforçar para viver sua vida dentro dos parâmetros da Torá e direcionar estes instintos naturais para o bem do próximo. Existe muita gente boa nesta multidão que se dedica ao bem estar do próximo, se ocupa com os pobres, os abandonados, os miseráveis, etc.
Nossos Sábios nos aconselharam a olhar para cima, para quem tem mais em termos espirituais e tentar imitá-lo; e olhar para baixo para quem tem menos em termos materiais e ficar feliz e satisfeito com o nosso quinhão. Sempre tem aquele que encontra tempo para estudar, participar de uma aula de Torá, ligar para a mãe mais freqüentemente, fazer um favor mesmo não tendo sido solicitado, e assim por diante. Devemos tomar isso como um exemplo e tentar imitar tal comportamento. Isto significa usar a competição de maneira positiva.
Por outro lado em vez de querer mais para si, vejamos quantas pessoas têm muito menos do que nós. A felicidade não depende da quantidade de dinheiro ou tempo que a pessoa tem e sim da maneira como os aplica para uma boa causa.

dezembro 23, 2008

...

"Ardo na minha contradição, desabrocho na minha dúvida, faço da vida um presságio e da verdade um pressentimento."
~ Lya Luft, Histórias do tempo ~

Amor e temor a D'us

Amor e temor a D'us


Ambos: como é possível?







RESPOSTA:O amor a D'us nos motiva a cumprirmos todos os Seus 248 mandamentos positivos (Faça).O amor a D'us é chamado Ahavat Hashem.O temor a D'us nos guarda de transgredir qualquer um dos 365 mandamentos negativos (Não faça).O temor a D'us é chamado Yirat Hashem.D'us é nosso Pai e nosso Rei. Devemos amá-Lo como a um Pai, e temê-Lo como a um Rei.

dezembro 22, 2008

Meu Próprio Conflito com a Baixa Auto-Estima

As pessoas freqüentemente me perguntam: “É verdade que você escreveu mais de cinqüenta livros? Como encontrou tempo, com suas múltiplas atividades, para escrever tantos livros?” Digo a elas que eu na verdade não escrevi cinqüenta livros, escrevi um livro, em cinqüenta maneiras diferentes.Quase tudo que escrevo tem relação de uma maneira ou outra com o tema da auto-estima. Defino auto-estima como a verdadeira e acurada percepção dos próprios talentos, capacidades e limitações. A importância disso deveria ser óbvia. Uma pessoa pode ajustar-se perfeitamente à realidade apenas até o grau em que a própria percepção da realidade é correta. Uma percepção equivocada da realidade é uma ilusão, e a pessoa não pode ajustar-se corretamente à realidade. Por exemplo, se a pessoa não tem um centavo seu mas tem a ilusão de que é um milionário, compra carros de luxo, roupas e jóias, vai se meter em sérios problemas. Sou uma parte importante da minha realidade. De fato, a parte mais importante. Se eu me iludo a respeito de mim mesmo, não há como levar uma vida produtiva e feliz. Se sou inteligente mas penso que sou bobo, se sou agradável mas me acho indesejável, se sou simpático mas penso que sou comum, então estou iludido, e minha idéia distorcida sobre eu mesmo impede que me ajuste bem à vida. Na verdade, creio que o esmagador número de problemas psicológicos que não são de origem fisiológica invariavelmente se devem à baixa auto-estima, i.e., a uma idéia distorcida sobre si mesmo, na qual a pessoa se subestima. Os sentimentos de inadequação e de não ser querido são muito dolorosos, e o inconsciente exercita uma série de manobras para proteger a pessoa desse sofrimento. Essas manobras podem resultar num comportamento abaixo de um nível bom, e numa variedade de sintomas. Descrevi alguns desses sintomas em A Vida é Muito Curta. Tenho empatia com o problema da baixa auto-estima porque fui uma vítima desse problema, porém não sabia o que era isso, assim como qualquer pessoa que se ilude não sabe que a própria percepção da realidade está incorreta. Em retrospecto, fiz muitas coisas para proteger minha frágil auto-estima, coisas que foram custosas para mim e para minha família.Fiquei consciente de que tinha um problema com a auto-estima pela primeira vez aos 38 anos. Durante três anos, tinha sido diretor de um enorme hospital psiquiátrico com um pronto socorro sempre lotado. Se a enfermeira não conseguia localizar um médico de plantão, eu era chamado. Noite sim, noite não, eu estava de plantão no pronto socorro. Numa noite boa, era acordado cinco vezes; numa noite má, dez ou mais vezes. Minhas férias estavam chegando e eu estava desejoso de me afastar de uma situação frenética. Procurei um local para as férias que me permitisse não fazer nada além de vegetar. Não queria passeios ou atividades. Finalmente me decidi por Hot Springs, Arkansas, que me prometia um descanso total.A atividade em Hot Springs é uma loucura, que começa em meados de fevereiro. Cheguei lá em dezembro, quando não havia nada acontecendo na cidade. A maioria das lojas estava fechada. Eram as férias dos meus sonhos.Sofrendo de dor nas costas há muitos anos, eu pensei em aproveitar os banhos de água mineral, que se dizia produzir resultados milagrosos. Fui levado a um cubículo, e um atendente deu-me dois copos de água mineral naturalmente aquecida nas profundezas do solo. Fui então colocado numa banheira dessas águas mágicas, e a hidromassagem foi ligada.Senti-me no paraíso! Ninguém poderia me alcançar – nenhum paciente, enfermeira, médico, membro da família, assistente social, oficial de liberdade condicional – eu estava além do alcance deles. E nessa situação paradisíaca, banhando-me na própria água quente da natureza... O que poderia desejar mais?Após cerca de cinco minutos, levantei-me e disse ao atendente: “Foi maravilhoso. Exatamente o que eu queria.”O atendente disse; “Aonde está indo, senhor?” Respondi: “Aonde quer que seja a próxima parte do tratamento.” Ele disse: “Primeiro deve permanecer na banheira de hidromassagem por 25 minutos.”Voltei ao banho, e após cinco minutos, eu disse: “Olhe, preciso sair daqui.” O atendente disse: “Como quiser, mas não pode continuar com o restante do tratamento.”Eu não queria perder o tratamento, portanto voltei à banheira para mais 15 minutos de purgatório. Os ponteiros do relógio na parede pareciam não estar se movendo. Mais tarde naquele dia, percebi que tivera um despertar um tanto rude. Eu tinha levado três anos de estresse constante sem dificuldade, mas não conseguira suportar dez minutos de paraíso! Algo estava errado.Quando voltei para casa, consultei um psicólogo. Ele apontou que se você perguntasse às pessoas como elas relaxavam, uma diria: “Leio um bom livro” ou “Escuto música”, ou ainda “Jogo golfe.” Cada um fala sobre aquilo que acha relaxante. O que a maioria das pessoas descreve como relaxamento é na verdade “afastamento, distração”. Você se distrai com o livro, algum trabalho de agulha ou com a bola de golfe.As distrações são válidas, porém na verdade não passam de técnicas escapistas. Trabalho e distração são técnicas bastante sadias. Infelizmente, algumas pessoas escapam para o álcool, comida, drogas ou jogo.No cubículo em Hot Springs, eu não tinha nada para me distrair: nada para ler, nada para olhar, nada para ouvir, ninguém com quem conversar, nada para fazer. Na ausência de todas as distrações, fui deixado em contato imediato comigo mesmo. Eu não consegui ficar ali muito tempo porque não gostava da pessoa que estava ali comigo!Por que as pessoas estão usando uma variedade de manobras escapistas? Do que é que estão procurando escapar? Com freqüência é delas mesmas. Se, como foi o meu caso, elas têm um auto-conceito errôneo, não conseguem ficar consigo mesmas.As pessoas presumem que a baixa auto-estima é causada por negligência paterna, abuso, comparação com outros irmãos, doenças ou falhas. Nenhuma dessas se aplica a mim. Tive pais amorosos, uma babá que me considerava um presente de D’us ao mundo. Fui um prodígio no xadrez, excelente aluno na escola, o que me permitiu terminar o ensino médio aos 16 anos. Simplesmente não havia um motivo lógico para eu me sentir inferior, porém sofria de baixa auto-estima e não fui consciente disso até o incidente em Hot Springs.A causa ou as causas da baixa auto-estima, os sintomas que resultam dela e o que pode ser feito para superá-la são discutidos em meus livros Let Us Make Man, Life’s Too Short, Angels Don’t Leave Footprints e Ten Steps to Being Your Best.Você poderia dizer: “Conheço-me muito bem, e sei que não sou desagradável, tedioso, feio ou impessoal. Estes são fatos, e não é a minha imaginação.”Foi dessa maneira que me senti mesmo após ser psiquiatra durante muitos anos. Se você achar que tem qualquer uma das características que discuti em Life’s Too Short, você está sofrendo desnecessariamente de baixa auto-estima. Faça tudo que puder para se livrar disso.

Por Rabino Dr. Abraham J. Twerski

Fonte:sartorialist.com


dezembro 16, 2008

resquicios de ilusao!!!


Esta é para quem acredita em príncipe encantado. Uma recente pesquisa feita na Universidade Heriot-Watt, em Edimburgo, comprovou que os fãs de filmes românticos têm uma grande chance de não viver um romance real.
* De acordo com o estudo, filmes como "O Diário de Bridget Jones", "Notting Hill" e "Escrito nas Estrelas" passam para as pessoas um sentimento irreal, criando expectativas nada saudáveis para os relacionamentos.
* E mais: a pesquisa ainda relatou que basta assistir a um filme do gênero para balançar o relacionamento. Algumas pessoas ficam mais propensas a acreditar em amor predestinado e sorte, em vez de cultivar o amor real.
* "Não estou dizendo que não devemos assistir a estes filmes, apenas devemos ser mais críticos em relação às mensagens. Em comédias românticas os casais são unidos pela força do destino e se entendem facilmente, diferente da vida real. Se você acredita nisso, está prestes a se desapontar", disse o responsável pela pesquisa.
FONTE: GLAMURAMA